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Inventário de imóveis: quais documentos são necessários para iniciar o processo

  • Foto do escritor: Pedro Montalvan
    Pedro Montalvan
  • 28 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

O que é inventário e por que ele é obrigatório?

O inventário é o processo legal que formaliza a transmissão dos bens de uma pessoa falecida para seus herdeiros. Mesmo que o falecido tenha deixado apenas um imóvel, o inventário é obrigatório para que a propriedade seja transferida oficialmente no cartório de registro de imóveis.

Sem inventário, os herdeiros não conseguem vender, financiar ou regularizar o imóvel. Além disso, o atraso na abertura do processo pode gerar multas no ITCMD.

Quais documentos são exigidos no inventário?

Documentos do falecido

  • Certidão de óbito;

  • RG e CPF;

  • Certidão de casamento (ou nascimento, se solteiro).

Documentos dos herdeiros

  • RG e CPF;

  • Certidão de casamento ou nascimento;

  • Comprovante de residência.

Documentos do imóvel

  • Matrícula atualizada no cartório;

  • IPTU do ano vigente;

  • Certidões negativas (tributárias, trabalhistas e federais).

Outros documentos relevantes

  • Certidões bancárias ou de outros bens;

  • Testamento (se houver);

  • Procuração do advogado responsável.


Inventário judicial x extrajudicial: a importância dos documentos

  • No inventário judicial, os documentos são apresentados ao juiz, que determina a partilha.

  • No inventário extrajudicial (feito em cartório), a apresentação da documentação completa é essencial para que o processo seja rápido e sem complicações.

Exemplo prático

Dona Helena faleceu deixando um apartamento em Águas Claras. Seus filhos tentaram vender o imóvel, mas o cartório informou que precisariam abrir inventário. Com a documentação completa em mãos, optaram pelo inventário extrajudicial e conseguiram concluir a partilha em menos de 60 dias.

Conclusão

Reunir os documentos corretos é o primeiro passo para um inventário rápido e seguro. Com o apoio de um advogado especializado em direito imobiliário, é possível organizar toda a papelada, evitar atrasos e regularizar a partilha de bens de forma eficiente.

 
 
 

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